O papel do consultor
na nova realidade de mercado

Artigos publicados em revistas cujo teor é voltado ao desenvolvimento do papel profissional, levando em conta aspectos da atual economia e realidade do mercado de trabalho, trazem em sua grande maioria, a necessidade da consciência que devemos ter a respeito de nosso papel e qual o real valor que agregamos à empresa com a qual colaboramos, através do trabalho efetivamente executado.

A produção do que é esperado não nos diferencia da maioria de profissionais que existe no mercado de trabalho, quando se visa apenas executar aquilo que é exigido por tal função.

 

Muito se fala sobre criatividade, que nada mais é do que a possibilidade de olhar uma situação ou trabalho, buscando novas formas de execução para otimizá-lo. Tal postura mediante a realização das tarefas, possibilita envolvimento em novos desafios e não somente a troca de horas por um cheque no final de cada mês.

Neste movimento, que depende somente do interesse e disponibilidade de cada profissional, deve haver a conscientização de que nosso papel é efetivamente "resolver" problemas e não criá-los, como fazem certos processos seletistas (sindicatos) que geram acomodação em empregado e empregador.

A contratação realizada por consultores visa a busca de profissionais que "resolvem problemas". Profissionais que não realizam trabalhos em sua essência e potencialidade são percebidos e desaprovados pelas consultorias que os contratam e pelos clientes que os acolhem.

Este fato não ocorre por falta de capacitação pessoal e técnica, mas em função do aprisionamento a padrões de contratação antigos, não cabíveis em nossa atual realidade de mercado.

O cliente deve perceber e sentir a consultoria e seus consultores como parte integrante de suas resoluções, não tendo dúvidas de que este meio de contratação seja o mais adequado às suas necessidades. Em movimentos contrários a este objetivo, precisamos verificar e buscar novas formas e tendências visando a alta capacitação e entendimento do que é esperado, para superação destes limites.

Na adequação a tais tendências, o profissional deve avaliar, criteriosamente, se seu interesse esbarra no oferecido pelo mercado consultor, ou se vislumbra uma contratação em regime CLT, para depois buscar meios de se enquadrar na expectativa desta nova realidade.

"O diferente nem sempre é melhor, mas o melhor é sempre diferente"
(Amir Hartman & John Sifonis)

 


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