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Muito
se fala sobre criatividade, que nada mais é do
que a possibilidade de olhar uma situação
ou trabalho, buscando novas formas de execução
para otimizá-lo. Tal postura mediante a realização
das tarefas, possibilita envolvimento em novos desafios
e não somente a troca de horas por um cheque
no final de cada mês.
Neste
movimento, que depende somente do interesse e disponibilidade
de cada profissional, deve haver a conscientização
de que nosso papel é efetivamente "resolver"
problemas e não criá-los, como fazem certos
processos seletistas (sindicatos) que geram acomodação
em empregado e empregador.
A
contratação realizada por consultores
visa a busca de profissionais que "resolvem problemas".
Profissionais que não realizam trabalhos em sua
essência e potencialidade são percebidos
e desaprovados pelas consultorias que os contratam e
pelos clientes que os acolhem.
Este
fato não ocorre por falta de capacitação
pessoal e técnica, mas em função
do aprisionamento a padrões de contratação
antigos, não cabíveis em nossa atual realidade
de mercado.
O
cliente deve perceber e sentir a consultoria e seus
consultores como parte integrante de suas resoluções,
não tendo dúvidas de que este meio de
contratação seja o mais adequado às
suas necessidades. Em movimentos contrários a
este objetivo, precisamos verificar e buscar novas formas
e tendências visando a alta capacitação
e entendimento do que é esperado, para superação
destes limites.
Na
adequação a tais tendências, o profissional
deve avaliar, criteriosamente, se seu interesse esbarra
no oferecido pelo mercado consultor, ou se vislumbra
uma contratação em regime CLT, para depois
buscar meios de se enquadrar na expectativa desta nova
realidade.
"O
diferente nem sempre é melhor, mas o melhor é
sempre diferente"
(Amir Hartman & John Sifonis)
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